No primeiro vídeo da série Receita Contada acompanhei um receita de Feijão Andu enquanto Dona Alveny contava um pouco de sua história.
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Eu nunca tinha experimentado essa iguaria e me surpreendeu muito! Tanto que fiquei curioso para saber qual a origem do feijão andu e onde ele é popular.
Quem sou eu?
Rodrigo Schmiegelow, publicitário especializado em Marketing Digital, hoje vivo como Nômade Digital (o que é isso), isso é, tenho liberdade geográfica e trabalho de qualquer lugar do mundo.
Iniciei uma viagem pelo mundo para conhecer lugares, culturas e culinárias regionais e vou trazer grandes surpresas a partir dessas experiências.
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O que é feijão andu?
O feijão andu é um feijão muito particular, conhecido até como tendo personalidade forte por seu sabor ser bem diferente de todos os outros feijões.
De cor um pouco mais esverdeada (antes de maduros) e de formato arredondado e nada uniformes, é o fruto do Anduzeiro.
Como os outros feijões, cresce dentro de vagem e, neste caso, por suas características físicas de cor e formato, às vezes é confundido com a ervilha.
Feijão Andu ou Feijão Guandu?
Na verdade estamos falando da mesma semente, apenas temos variação do nome em regiões diferentes do Brasil, enquanto Feijão Andu é a nomenclatura usada no centro-oeste, sudeste e no sul do nordeste, Feijão Guandu é um nome mais popular no sul e em alguns estados do nordeste.
Este produto também pode ser chamado de:
- Anduzeiro,
- Guandeiro,
- Ervilha de pombo.
Quais são os benefícios desse grão?
O feijão andu é essencial para melhorar a saúde do cérebro, músculos e ossos, além de ajudar a manter o sistema circulatório em bom funcionamento e controlar o colesterol, isso por que ele é rico em:
- fibras,
- proteínas,
- vitaminas,
- e diversos sais minerais:
- cálcio,
- fósforo,
- potássio,
- magnésio,
- manganês,
- ferro,
- zinco.
Ele também é indicado para quem tem diabetes por conta dessas fibras alimentares que ajudam no controle do índice glicêmico.
Finalizando, este grão também traz maior sensação de saciedade e auxilia no processo de digestão!
E ainda por cima é muito gostoso!
Onde o feijão andu é mais popular no Brasil?
Este grão é muito encontrado em Minas Gerais, Goiás, Bahia e Piauí, inclusive, por ser um grão de cultivo fácil e grande adaptabilidade, pode ser encontrado até mesmo em pequenas plantações nos quintais das casas nestas regiões.
Mas no Brasil o principal uso do feijão andu não é na alimentação e sim no agronegócio, pois ajuda a ficar nitrogênio no solo e também serve de alimento para os gados.
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Como esse grão é comido?
Como não tem muito caldo, o consumo é de comer como salada reforçada com linguiça, cebolas, pimenta e coentro, ou até como farofa como vamos ver na Receita Contada!

Qual a origem do feijão andu?
A origem do feijão andu ainda não é clara, alguns dizem ter vindo da África, outros falam que sua origem é asiática.
Então, se nem a origem é certa, a chegada ao Brasil é mais confusa ainda. Teorias dizem que vieram pelos navios negreiros, mas nem datadas estão.
De qualquer forma o produto se adaptou muito bem ao solo brasileiro, sendo cultivado até mesmo no Cerrado com o clima semiárido.
Receita de Farofa de Feijão Andu
Sobre o cultivo
Sendo uma planta flexível e resistente, se adapta bem a climas diferentes e solos inférteis.
No Brasil o Cerrado é o bioma onde se encontra mais cultivo deste grão.
Sendo no período chuvoso sua plantação para colheira após aproximadamente 100 dias.
Como tirar o amargo do feijão Andu?
Uma das principais partes de uma boa receita com feijão andu é tirar o seu amargor antes mesmo do preparado.
Isso é relativamente simples: em uma panela cubra os feijões com água, deixe ferver, descarte essa água e os cubra com uma nova água limpa. Depois é só preparar como preferir.
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E você, já experimentou essa iguaria deliciosa, nos conte nos comentários!

Quem sou eu?
Antes de continuar deixei eu me apresentar.
Rodrigo Schmiegelow, publicitário especializado em Marketing Digital, hoje vivo como Nômade Digital (o que é isso), isso é, tenho liberdade geográfica e trabalho de qualquer lugar do mundo.
Escritor do livro: O que a Estrada Ensina
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