Oi sou o schmi (ou Rodrigo Schmiegelow para ser mais facilmente encontrado nos feudos digitais).

Agradeço por você estar aqui.
Vou contar um pouco sobre mim e como cheguei no projeto O Mundo em Lanches.
Desde jovem gostava de novidades. Me fascino em ver, aprender e conhecer coisas novas. Foi na estrada que consegui tudo isso de forma abundante.
Com o tempo percebi que, mais do que paisagens, são as pessoas que mais me surpreendem, sabe? Lógico que cada lugar que conheço é mágico, mas com as pessoas eu não consigo prever, não consigo saber quem eu vou encontrar pelo caminho, como vai ser essa conexão e o que vamos ou não viver juntos.
Ganhando experiência vivi a força da cultura vibrante por várias influências diferentes. Uma delas é o alimento. Que se torna único por conta dos ingredientes locais, a história e os rituais em torno da alimentação.
Eu gosto muito de comer e conhecer pessoas, juntei os dois no projeto O Mundo em Lanches, onde conheço pessoas e um pouco de suas culturas através da gastronomia.
Ainda vivo em um sistema capitalista em um momento tecnofeudalista – aqui nem é crítica mesmo tendo muitas – não vivo da viagem, muito menos da comer. Para pagar minhas contas e manter esse estilo de vida tendo uma consultoria de business intelligence e performance da mídia digital, é a dottie.
Tenho me dedicado também a testar outras fontes de renda para depender menos do trabalho em horário comercial, por conta disso criei o treinamento Metodologia Marketing Digital e agora estou vendendo minhas fotografias em forma de quadros físicos no Quadrorama com valor mais acessível e no Galeria 9 com acabamento de alto padrão, vale a pena dar uma olhada sem compromisso, essa espiada me ajuda também.
Minha última realização foi também um sonho realizado, consegui orgulhosamente criar meu primeiro livro de forma independente, chama O que a Estrada Ensina, onde conto minha jornada solo vivendo de moto pelo sul do Brasil, Uruguai, Argentina e Chile.
O livro é um misto de diário com relatos desses 5 meses onde vivi coisas incríveis. Tem comidas, lugares, perrengues e muita gente inesquecível.
É o primeiro porque depois dessa experiência vivi mais 2 anos como nômade digital passando entre 1 e 5 semanas por diversas cidades em 14 unidades federativas do Brasil. É só o começo.
Claro, tenho também as redes sociais que te convido a acompanhar:
Espero que goste de viver assim como eu.

Rodrigo Schmiegelow – Deserto do Atacama – Chile

Ruta 5, Atacama – Chile

Valparaíso – Chile

Vulcão Osorno – Puerto Varas, Los Lagos – Chile

La Jaula, Mendoza – Argentina





Prezado Rodrigo…parabéns por sua coragem e pelo excelente trabalho de divulgar as belezas de Minas…
No entanto, sugiro aprimorar suas fontes de informações geográficas, pois ao divulgar nove cidades mineiras, cometestes o equívoco de registar Ibitipoca como “cidade”.
Diante disso, vamos melhor esclarecer ao seu público. O Parque Florestal Estadual de Ibitipoca, como o próprio nome diz, e um parque Florestal que está localizado no município de LIMA DUARTE-MG, de onde está distante apenas a 30 km, bem como a 3 km, do Distrito de Conceicao de Ibitipoca, também pertencente à LIMA DUARTE.
Portanto, a cidade, não é Ibitipoca, e sim LIMA DUARTE, onde reside um povo acolhedor, genuínamente Mineiro, que se orgulha e ter, cuidar e manter seu patrimônio natural, que é o Parque de Ibitipoca.
Assim, eu, como Limaduartino, mesmo residindo em Belo Horizonte, por força profissional, me orgulho de ser, visitar e defender nossa querida LIMA DUARTE.
Um forte abraço!
Fernando Alcantara
Obrigado pelo retorno, Fernando,
De fato, quando se está na estrada é difícil saber os limites entre distritos e municípios, mas é meu dever como gerador de conteúdo checar e ajustar as informações. Atualizei a publicação, obrigado pela leitura.
Abraço,