Coisas que aprendi com a pandemia

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Nestes dias de quarentena no hotel em Santiago, em que estou aguardando até que possa finalmente buscar minha moto e dar sequência nos meus planos, tive a oportunidade de pensar bastante sobre as coisas, e uma delas me chamou atenção. Cada um teve seus perrengues durante este surto do novo coronavírus, mas todos nós evoluímos muito com esses tempos incertos e desafiadores. Pensando nisso, reuni neste post coisas que aprendi com a pandemia, vivências estas que fizeram toda a diferença na minha vida, e que vou levar para meus próximos planos e para o futuro

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Venha comigo nesta leitura! 

Quem sou eu?

Antes de continuar deixa eu me apresentar. 

Rodrigo Schmiegelow, publicitário especializado em Marketing Digital, hoje vivo como Nômade Digital (o que é isso), isso é, tenho liberdade geográfica e trabalho de qualquer lugar do mundo.

Iniciei uma viagem pelo mundo para conhecer lugares, culturas e culinárias regionais e vou trazer grandes surpresas a partir dessas experiências.

Então, vamos lá!

Recentemente comentei com vocês que quando a pandemia começou eu estava aqui em Santiago e, como a crise sanitária apertou, foi preciso correr para o Brasil e deixar minha moto aqui – você pode saber mais sobre essa história neste post

E esse pontapé inicial da quarentena me mostrou o primeiro ensinamento: os planos mais bem feitos podem ser falhos quando acontece um imprevisto. Ou seja, não existe uma certeza para nada.

Muitas vezes, nos prendemos a planejar, planejar e planejar, e esquecemos que pequenas mudanças de percurso podem mudar os nossos planos. E, sinceramente, está tudo bem! Nelas, inclusive, podem morar as grandes oportunidades. Saber – ou aprender –  se virar quando isso acontece nos faz crescer e muito.

Portanto, viva o presente! É nele que moram as nossas maiores realizações.

Aprendi com a pandemia que os sonhos não podem ficar para depois

Esse é outro ponto importante. Assim como eu tive que adiar diversos planos quando essa crise toda começou, tenho a certeza de que você deve ter passado por isso também. Na verdade, os planos e sonhos de muita gente foram adiados, e que sorte a nossa estarmos aqui para finalmente termos a chance de realizá-los.

Dessa forma, quando você tiver vontade de fazer algo, faça! Viva, sonhe, corra, viaje, conheça seus destinos. A gente nunca sabe quando um perrengue como esse pode chegar com tudo atrapalhando os  nossos planos. 

Nós precisamos de pessoas

Em cada viagem que fiz, conheci pessoas, vivenciei novas culturas e aprendi muito com o diferente. Aprendi com a pandemia que estar longe de tudo isso nos faz perceber nitidamente o quanto precisamos de pessoas. 

Então, aproveite ao máximo aqueles que estão com você e se dê a oportunidade de conhecer novos amigos. Nenhum de nós nascemos para viver completamente isolados de tudo e de todos.

Os processos de cada um são totalmente individuais

Assim como cada um reagiu de uma forma diferente em contato com o vírus, os processos internos também são extremamente particular de pessoa para pessoa. Os meus devem ser completamente diferentes do seu e, novamente digo: está tudo bem!

Cada pessoa é única, e seu processo de evolução também.

Nem de longe, tudo isso que comentamos foi mais difícil do que a dor de perder um ente querido, que foi a realidade de milhares de pessoas durante estes quase dois anos de pandemia. 

E isso me inspira a falar do último tópico: a importância da empatia. Nós vimos mais do que nunca que a maioria das pessoas tem dificuldade de se colocar no lugar da outra. As pessoas sentiram a pandemia de formas diferentes, e cabe a nós respeitarmos os processos delas. 

E com você… como foram seus processos de aprendizagem durante a pandemia? Vou adorar conhecer um pouco mais sobre sua história. Compartilha comigo nos comentários.

Nos vemos em breve!

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