O alfajor é um doce muito amado e requisatado por diversas pessoas, especialmente entre argentinos que tem entre seus pratos típicos o Alfajor e é por isso que hoje contaremos um pouco da história desse delicioso doce, a história do alfajor.
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Quem sou eu?
Rodrigo Schmiegelow, publicitário especializado em Marketing Digital, hoje vivo como Nômade Digital (o que é isso), isso é, tenho liberdade geográfica e trabalho de qualquer lugar do mundo.
Iniciei uma viagem pelo mundo para conhecer lugares, culturas e culinárias regionais e vou trazer grandes surpresas a partir dessas experiências.
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A história do alfajor
Diferente do que muitos acreditam, o alfajor nasceu dos árabes, mais especificamente em Medina Sidonia, na Andaluzio, em meados de 711.
Por lá, ele recebia o nome de “al hasú” que significa recheado, o que daí já conseguimos entender um pouco da composição do doce tão amado.
O alfajor chegou a Espanha com o nome “Alfajor” ou “Alfachor” durante a dominação muçulmana em 1711.
A primeira presença dos Alfajores na América Latina foram na Venezuela e no Peru, através do exército espanhol, que traziam o doce para saborear e comer nas refeições.

Foi só em 1866 que o alfajor de fato é comercializado na Argentina através de um químico francês chamado de Augusto Chammás.
O químico abriu uma fábrica de doces na província de Córdoba, onde aprimorou a receita chegando ao que conhecemos hoje como Alfajor.
A fábrica existe até hoje e mantém a receita original da massa, porém nos dias de hoje já existem outras variações do produtos e diversos outros recheios, mas que inicialmente eram doce de leite, damasco, figo, pêssego e marmelo.
Só na Argentina o número de fabricantes ultrapassa de 100, tal como e mais conhecidos: Havanna, Jorgito, El Cachafaz etc.
De acordo com a Gazeta do Povo, a Associação de Distribuidores de Guloseimas e Afins (Adyga) informa que são consumidas 900 milhões de unidades de alfajor por ano na Argentina. Cada habitante come cerca de um quilo de alfajor por ano, ou seja, 20 unidades.
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Como ele é?
O alfajor conta com uma séria de variedades, ou seja, há diversas versões para o que chamamos de Alfajor.
O mais clássico entre eles conta com duas bolachas formando um sanduíche de recheios de doce de leite.
A camadas de bolachas feitas, normalmente, de bolachas de amido de milho, costumam variar entre duas e três, contando com diferentes tipos de recheios que vão desde chocolate, doce de leite, mousse, até merengue, recheio de frutas, coco, amendoim e entre muitas outras.
Além disso, também pode ser confeccionado com mel, farinha de amêndoas, cravos, coco, limão sicilianos, conhaque, maizena, rum etc., podem, inclusive serem comercializados no palito.
O alfajor tem uma longa e suculenta história, onde passou na mão de diferentes povos, contendo um pouco da cultura e experiências dos mesmos.
Embora seja um doce simples, eles contém dentro de si muita história, jeitos e costumes.
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