
Com certeza você já deve ter entrado em um restaurante e notado que aquele estabelecimento tem “x” estrelas no Guia Michelin. Acertei?
Mas, você sabe o que é esse guia e qual a sua importância para o turismo mundial? A seguir, falaremos justamente sobre esse assunto e convidamos você a entender um pouco mais sobre essa história repleta de curiosidades.
Fique por aqui e confira esse conteúdo!
Afinal, o que é o Guia Michelin?
Primeiramente, se para você Michelin fizer referência a uma marca de pneus, eu grito daqui: bingo!
É isso mesmo… André Michelin e seu irmão Edouard eram donos de uma fabricante de pneus para bicicleta e, então, eles tiveram a ideia de vender também pneus para carros, com a ideia de fomentar os negócios.
No entanto, naquela época não era tão comum ter muitos carros na Europa e foi aí que os irmãos pensaram: se a gente incentivar as pessoas a viajarem, elas terão que gastar mais seus pneus.
Assim, eles tiveram a brilhante ideia, em 1900, de criar o Guia Michelin. A proposta era criar literalmente um guia com os melhores restaurantes e hotéis da França.
E foi com a premissa de encorajar os motoristas a viajar e, consequentemente, vender mais pneus que os irmãos Michelin deram vida ao mais famoso guia de hotelaria do mundo.
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A partir da avaliação feita pelos inspetores do guia – falarei sobre esse assunto logo a seguir – é traçado um indicador de quanto é bom curtir a experiência de comer em um restaurante.
Sim, experiência! Pois os critérios avaliativos vão muito além de somente o sabor.
Para se ter uma ideia, atualmente já são mais de 30 mil estabelecimentos, em três continentes do mundo que foram avaliados pelo Guia Michelin.
A partir disso, já foram produzidos mais de 30 milhões de guias físicos, os quais foram vendidos no mundo todo.
Entenda como funciona o sistema de avaliação do Guia Michelin
Os inspetores do Guia Michelin visitam os estabelecimentos de forma totalmente anônima.
Isso porque o objetivo é que sejam tratados como clientes comuns, sentindo realmente como é a experiência de fazer a refeição no local.
Então, os inspetores apreciam aquele momento e, ao final desse momento, elas podem se identificar como profissionais do Guia Michelin para obterem informações extras ou até mesmo para conhecer a cozinha do local.
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Por fim, eles pagam a conta como qualquer outro cliente e, então, seguem os critérios que são muito bem estabelecidos e avaliam a experiência.
Os melhores avaliados vão para o Guia Michelin e recebem a tão famosa estrela sobre a qual comentei no início deste conteúdo.
Critérios de avaliação
Enquanto os inspetores estão vivendo a experiência em um determinado estabelecimento, eles avaliam o local a partir dos seguintes critérios:
- Qualidade dos produtos.
- Consistência entre visitas.
- Personalidade do chef na sua cozinha.
- Relação entre qualidade e preço.
- Domínio do sabor e técnicas culinárias.
E vale ressaltar que os inspetores são profissionais no assunto, os quais trabalham em tempo integral realizando essas avaliações para o Guia Michelin.
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E olha só que interessante: cada restaurante por receber até três estrelas, sendo que:
Uma estrela quer dizer que o local tem uma cozinha requintada e que vale a pena conhecer o local.
Duas estrelas apontam que a cozinha é excelente e vale a pena se programar para conhecer o estabelecimento, mesmo que ele não faça parte da sua rota.
Por fim, três estrelas revelam que a cozinha é excepcional e que vale a pena fazer uma viagem somente para conhecer o restaurante.
E você… já esteve em restaurantes avaliados pelo Guia Michelin? Conte como foi sua experiência nesses locais aqui nos comentários.
Nos vemos no próximo post!
