Bate volta em Holambra

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Chegada em Holambra

Em um lindo e ensolarado dia em São Paulo, eu resolvi fazer u bate volta em Holambra, um lugar gracioso e romântico.

Até então, eu já havia ouvido falar sobre a cidade ser famosa por suas flores e ornamentação. Mas, nunca imaginei me apaixonar tanto com a sua beleza.

Porém eu já devia suspeitar disso, visto que sempre fui apaixonada pela natureza, pelas plantas e mesmo sendo um bom paulistano, eu sempre gostei do ar interiorano, a calmaria e a leveza dessas cidades.

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E, foi assim que me apaixonei por essa cidadezinha graciosa de Holambra.

Quem sou eu?

Sou Rodrigo Schmiegelow, publicitário nômade digital, sempre tive o sonho de viajar e conhecer cada porção do mundo: lugares, culturas, pessoas e gastronomias…

Eu tenho essa paixão por novidades desde meus 15 anos, quando surgiu o desejo de viajar. Depois de mais de 18 anos com isso apenas na cabeça eu comecei a acreditar nesse sonho como algo que realmente poderia acontecer, foi quando eu reorganizei minha vida, juntei dinheiro, conquistei clientes que me oferecem flexibilidade e fui para essa aventura.

Hoje eu sou nômade digital, você sabe O que é ser nômade digital?

Trabalho com Marketing Digital, uma das áreas mais flexíveis seja para atender os seus próprios clientes ou para abrir negócios online, conheça mais no meu site caranaue.com onde tem muitas matérias sobre o assunto.

Graças a essa flexibilidade, realizei uma longa viagem pela América do Sul no último ano passando por mais de 140 cidades em 5 meses e vou contar um pouco desta jornada por aqui, acompanhe!

E siga o projeto O Mundo em Lanches no Instagram porque em breve continuo a viagem pelo Brasil! Além de me dar uma força para seguir nessa jornada 

Bom, o dia começou lá para as 10 da manhã, eu havia acordado e me arrumado e iria para essa cidade com meu irmão Matheus, minha irmã Kamyla e meus sobrinhos.

Mesmo não morando na mesma casa, nós moramos no mesmo condomínio, então meu irmão e eu iríamos até a casa da nossa irmã para ajudar com as crianças e sairmos todos juntos no mesmo carro.

Assim que chegamos em sua casa, após 16 andares de elevador, tivemos a notícia de um perrengue: o carro do nosso cunhado Durgan, marido de nossa irmã Kmayla, havia ficado sem bateria, então ajudaríamos a ligar o carro.

E assim começou a primeira aventura do bate volta em Holambra.

Dentro do estacionamento ficamos fazendo o carro ligar por pelo menos uma hora e meia.

Tentamos de todas as formas e jeitos possíveis: ficamos rodando com o carro enquanto empurramos ele atrás, fizemos chupeta, dava partida aqui, dava partida ali, e nada desse carro ligar.

Foi tanta a demora que eu como um bom tio, resolvi levar as crianças para uma pracinha ao lado do nosso prédio, enquanto tentavam fazer o carro ligar, detalhe: o carro era uma caminhonete antiga do avô do meu cunhado,  ou seja, não é por menos que esse caro não ligava por nada.

No final, nós acabamos desistindo e meu cunhado acabou pegando carona com a gente até o seu trabalho.

No seu trabalho Durgan pegou um outro carro e no final do dia acabamos descobrindo que o carro tinha ficado sem bateria também kkk. Dia de sorte para o Durgan.

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Bom, essas foram só as primeiras 2 horinhas do nosso dias. Então segura que tem muita coisa ainda.

Como já estava tarde, e demora pelo menos 1h40min para chegar na cidade de Holambra de nossa casa, não daria tempo de dar almoço para as crianças. Então paramos no primeiro Drive Thru do Mc Donalds que achamos e comemos a caminha da viagem.

Em primeiro lugar, o lanche estava magnificamente maravilhoso, estava muito saboroso e eu estava com uma fome de lascar. Mas, em segundo lugar, eu estava sentada no banco de trás, então tive que dar comida para as duas crianças, enquanto o carro andava e eu comia.

No final das contas, eu tinha 3 lanches no meu colo, dois sucos com um copo que vazava no meio das minhas pernas e ainda as batatinhas das crianças. Sim, eu sofri. Sim, tio também sofre. Sim, não sei como consegui saborear o meu lanche. 

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Chegamos na cidade com uma vontade gigantesca de fazer xixir e sem ideias do que fazer por lá, não planejamos nada.

Então, acabamos parando no primeiro Garden que tinha lá, inclusive havia muitos e eram bem fofos. Tinha até uns cavalos atrás da cerca, o que ajudou a distrair o chororô das crianças por estarem cansados de ficar no carro e com sono.

Depois disso, resolvemos ir para o centro da cidade que é logo no começo da estrada. Paramos o carro por lá e daí eu já fui me apaixonando, porque tudo tinha flor, era colorido, alegre, as lojas, bancos, instituições eram todas enfeitadas e com um estilo holandês.

Para começar o bate volta em Holambra, iniciamos pelo passeio turístico do centrinho, havia muitos restaurantes e todos lotaderrímos, não havia nem onde sentar mais.

A calçada e a rua eram muito bem pavimentadas, o que fica muito claro para um paulistano, já que em São Paulo os buracos se mostram bem presentes, desde uma viagem de carro até andar na rua com carrinho de criança.

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Começamos a caminhada, entramos em lojas e foi aí que eu e a minha irmã notamos uma grande diferença das lojinhas de lá para as de São Paulo. A maioria das lojinhas, se não todas que conhecemos, não tem muitos produtos, sabe? Tem muito espaço na loja e poucos produtos, foi estranho no começo, pois parecia que não havia quase nada nas lojas.

Mas, fora isso,

As lojinhas da cidade de Holambra são bem graciosas e arrumadinhas, cheias de flores e colorida.

Essa foi a minha chegada e primeira impressão da cidade de Holambra.

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