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Como foi minha experiência no Rock in Rio

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Rock in Rio é um dos maiores festivais de música do mundo, que recentemente voltou à ativa após a pandemia. Por esse motivo, hoje iremos falar sobre como foi minha experiência no Rock in Rio no ano de 2022.

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O festival surgiu em 1985, a pedido da cervejaria Brahma, no Rio de Janeiro. Após seu sucesso imensurável, recebeu versões em outras grandes cidades pelo mundo: Lisboa, Madri e Las Vegas

Eu sou Isabelle Fraga, irmã do Rodrigo Schmigelow, criador do blog. Estou aqui para compartilhar algumas das minhas experiências e comentar sobre dicas inéditas, acompanhe.

Quem é meu irmão?

Publicitário especializado em Marketing Digital e atualmente Nômade Digital com a empresa caranaue, isso é, tem liberdade geográfica e trabalha de qualquer lugar do mundo.

Inclusive é por isso que pode ter experiências incríveis como essa.

Iniciou uma viagem pelo mundo para conhecer lugares, culturas, pessoas e culinárias regionais e vai trazer grandes surpresas a partir dessas experiências.

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Como foi minha experiência no Rock in Rio?

Os preparativos

Em 2023, o evento contou com 7 dias não consecutivos de pura música e cultura: 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro . No meu caso, o dia escolhido foi o 4, a Lineup contava com nomes de peso como: Justin Bieber, Demi Lovato, Gilberto Gil e Luíza Sonza.

Mas não era apenas esse dia que estava imperdível:

  • Dia 2: destacava-se por: Iron Maiden e Dream Theater
  • Dia 3: Post Malone, Jason Derulo e Marshmallow
  • Dia 8: Gun N’ Roses, Jessie J
  • Dia 9: Green Day, Fall Out Boy, Avril Lavigne
  • Dia 10: Coldplay e Camilla Cabelo
  • E, por último, dia 11: Dua Lipa, Megan Thee Stallion e Ivete Sangalo.

Lembrando, este é só um apanhado dos principais nomes, a lista de artistas cotados em cada dia é extensa e muito talentosa.

Escolhi o dia 4 pois não queria perder a oportunidade de ver o Justin Bieber. Peguei um ôni bus de excursão pela manhã de São Paulo direto para o Rock in Rio, no Rio de Janeiro. A viagem durou em torno de 6 horas até a cidade do rock. A empresa que escolhi fazia duas paradas, mas a verdade é que só pensei em descansar pro festival.

Clique aqui para saber mais sobre a empresa que me levou ao Rock in Rio, Juca na Balada.

O dia na cidade do rock – minha experiência no Rock in Rio

Levei alguns pacotes de salgadinho e R$ 100,00 para passar o dia no festival. Logo que cheguei, fiquei maravilhada com o que vi, a estrutura do local era encantadora, diversos estandes oferecendo brindes, palcos enormes, muitas pessoas.

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roda gigante

Fiquei na fila do stand da Kit Kat mas logo desisti, fui andar e tive aquela maravilhosa sensação de liberdade. Dei de cara com aquela enorme tirolesa e corri para ver se havia vaga disponível. 

O festival havia aberto seus portões há, pelo menos, uma hora, entretanto, os horários da tirolesa estavam todos esgotados. Fui descobrir apenas lá que a reserva podia ser feita pelo aplicativo do Rock in Rio, fica a dica!

Como estava sozinha, fui logo me enfiando em frente ao palco principal, e fazendo amizades no caminho. A partir das 3 da tarde, não sai de lá para não perder a visão privilegiada do Palco Mundo.

Perto da grade, recebi vários copos de água, distribuídos pelo próprio evento, 100% gratuitos. Além de dois brindes do Itáu: um bucket  e um copo com led.

Minha sorte foi ter levado comida, comi apenas o que levei, e por incrível que pareça, não senti necessidade alguma de comprar algo no festival. Durante o resto do dia, curti todos os 4 shows (de em média uma hora de duração cada), vendo bem de perto cada artista que se apresentava.

À medida que se anoitecia, a energia ficava cada vez mais contagiante, mais pessoas se juntavam ao redor do palco à espera do último show da noite, Justin Bieber. E foi incrível, assim como esperado, mal podia-se ouvir a voz do cantor por culpa do coral da plateia.

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show de noite

Hora de me despedir

Assim que o show se encerrou, o desafio de chegar a saída se iniciou, era uma multidão enorme, indo na mesma direção, ao mesmo tempo. Havia duas filas, uma para aqueles que iam em direção à estação e ao próprio transporte do Rock in Rio, e outra para aqueles que iam direto à rua (esperando a carona) ou ao estacionamento de ônibus de excursão.

O meu azar foi: aqueles que vieram pelo próprio transporte do Rock in Rio recebiam uma pulseira de identificação. Entretanto, a empresa que me levou de São Paulo para o Rio, também entregava uma pulseira. 

Portanto, peguei a fila errada, quando me dei conta, o desespero bateu, sozinha e perdida, o meu ônibus partia em meia hora. Conversei com os seguranças do local, em prantos, e ninguém sabia para onde deveria ir. 

Quando finalmente conseguiram me informar, entendi que deveria estar na fila ao lado, que estava separada por uma grade, conclusão? Passei por baixo escondida e consegui chegar ao ônibus sã e salva.

Apesar de toda a emoção, a viagem valeu muito a pena, o show foi incrível e nunca senti nada igual àquilo.

E você? Pensando em vivenciar um dia no Rock in Rio?

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