Minha parada na Caverna do Diabo

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Eu estava indo para a minha viagem de formatura no Petar, Parque Estadual e Turístico do Alto Ribeira, um parque que abriga diversas cavernas e preserva a fauna e a flora local, e no meio do caminha de ida, nós paramos na Caverna do Diabo.

Eu sou a Giovanna Fraga, irmã do autor e dono do projeto O Mundo em Lanches, e hoje vou trazer um pouco da minha experiência nesse passeio que me surpreendeu desde o começo.

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Quem é meu irmão?

Publicitário especializado em Marketing Digital e atualmente Nômade Digital com a empresa caranaue, isso é, tem liberdade geográfica e trabalha de qualquer lugar do mundo.

Inclusive é por isso que pode ter experiências incríveis como essa.

Iniciou uma viagem pelo mundo para conhecer lugares, culturas, pessoas e culinárias regionais e vai trazer grandes surpresas a partir dessas experiências.

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Como vocês podem imaginar, por ser não só um passeio turístico, mas também uma viagem de formatura que a escola em que eu estudava organizou, a ETESP, eu me diverti muito.

Eu acabei fechando o pacote em 2019, ano que eu terminei o meu Ensino Médio, e paguei cerca de 100 reais pela viagem, talvez um pouco mais ou um pouco menos. Foram cerce de uns 4 dias de viagem e foram dias incríveis.

Minha parada na Caverna do Diabo – Tudo começou no ônibus de viagem

Sentada ao lado da minha grande amiga, Laura Casarin, eu pude admirar a paisagem com ela, ao som de nossos pagodes e sertanejos antigos e já caídos, mas da qual nós sempre gostamos.

Só de estar curtindo com ela, eu já sabia que a viagem valeria a pena e assim de fato foi.

Eu não costumo viajar muito, mas aquelas estradas, com certeza, me encantaram muito, nunca irei esquecer da minha sensação de voltar para a casa e olhar aquela estrada ao lado da minha amiga. Eu senti paz, gratidão e entusiasmo pela viagem que tinha acabado, mas que ficou em minha memória e com certeza ficará para sempre.

Bom, durante a ida, o ônibus de viagem fez uma parada (parada da qual eu nem sabia que iria acontecer, pois não tinha lido o cronograma) na caverna que tem em direção ao Petar, chamada de Caverno do Diabo.

Com certeza ali eu já me surpreendi, a verdade é que eu fui viajar sem grandes expectaticas sobre o que poderia acontecer e por isso tudo acabou me surpreendendo ou as coisas de lá realmente são de tirar o fôlego.

Gostei dessa caverna, pois ela era grande, ampla e alta. Nós estávamos em pelo menos 60 alunos e todos nós entramos na caverna. Umas das coisas que me surpreendeu foi ela ser tão acessível, as escadas, o corrimão, as luzes… são coisas que você não encontra dentro de cavernas e nem nas do Petar.

Então para quem estava só aquecendo ou nunca tinha ido em uma, como era o meu caso, foi uma boa demonstração do que eu iria enfrentar.

Lá me impressionou sim e muito.

Havia um homem que guiava a gente por lá, e ele me ensinou muita coisa sobre as cavernas, falou que não podemos fazer muito barulho por causa das vibrações que podem derrubar a caverna, me deu um medinho kkk. Falou sobre as estalactites e estalagmites, confesso que demorei para decorar os nomes e ainda mais distinguir uma da outra, elas basicamente são formadas pela precipitação de compostos dissolvidos em água, não me pergunte muito a respeito, porque também não entendo kkk, mas com certeza durante o seu passeio o instrutor irá te responder cada questão.

Para chegar nessa caverna, nós fizemos uma pequena trilha e que por sinal era muito gostosinha, era também muito acessível e no meio dela tivemos acesso a uma cachoeira, e, sinceramente, “ai que delicia”. Entramos naquela água gelada revigorante, foi incrível.

De acordo com a https://www.cavernadodiabo.com/cachoeira-do-araca/

  • Trilha 815m | 30 minutos
  • Nível de dificuldade: baixo

É uma trilha bastante visitada, devido à proximidade com a Caverna do Diabo e por possuir três belíssimas quedas-d’água; sendo que a primeira é propícia para contemplação, a segunda é ideal para banho e a terceira possui uma bica natural.

Ainda nesse passeio temos o Núcleo Caverna do Diabo, lá tem toda a estrutura, como banheiros, restaurante e estacionamentos. Foi lá onde comemos e nos arrumamos antes de começarmos o passeio e onde fomos divididos entre grupos das quais cada instrutor iria coordenar.

E, por último, fomos ao Mirante do Governador, de onde é possível ver o Vale do Ribeiro.

A trilha até lá tem cerca de 1km, não achei uma trilha puxada, mas até que tem bastantes subidas. Achei o percurso todo admirável, basicamente estamos no meio da Mata Atlântica o que me deixou bastante admirada ter esse contato com a natureza, já que eu moro na Grande São Paulo e são raras às vezes que consigo ter essa conexão com a natureza. 

De acrodo com https://www.cavernadodiabo.com/mirante-do-governador/

  • Trilha: 1.600 metros | 2 horas
  • Percurso total: 3,6 km ~ 5 horas
  • Atividade: Trilha em mata atlântica a um mirante com vista panorâmica.
  • Altitude: Varia de 29 a 1.019m.
  • Clima: Quente e úmido, com temperatura média anual de 22°C
  • Nível de dificuldade: médio  – roteiro leve com visita ao complexo da Caverna do Diabo que possui infra-estrutura de visitação com escada, passarelas e iluminação, proporcionando uma ampla visualização de suas belas formações.

Chegando a essa mirante eu pude ver a água bem espumada e um pouco suja e lá eles me ensinaram o porquê disso acontecer, infelizmente parte disso era poluição, o que é muito triste, pois a paisagem pe belíssima.

Posso estar errada, pois essa passeio foi a uns 3 anos atrás, mas, pelo o que eu me lembre, ele disse que havia épocas do anos que a água ficava bem suja mesmo

Eu recomendo muito uma visita na Caverna do Diabo, o lugar é encantador, cada coisinha mexeu comigo.

Leia As cavernas de PETAR (Parque Estadual do Alto do Ribeiro)

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