Viagem Internacional pós pandemia – a entrada no Chile

viagem internacional pós pandemia

Para quem me acompanha aqui ou no Instagram sabe que estava com a moto parada em Santiago do Chile desde março de 2020, quando a crise do Coronavírus apertou no mundo todo, por isso fiz minha primeira viagem internacional pós pandemia. 

Quando falo de viagem internacional pós pandemia não estou dizendo que a pandemia acabou, mas que foi uma viagem após a crise ter iniciado com força. 

Para quem não me conhece

Antes de continuar deixei eu me apresentar. 

Rodrigo Schmiegelow, publicitário especializado em Marketing Digital, hoje vivo como Nômade Digital (o que é isso), isso é, tenho liberdade geográfica e trabalho de qualquer lugar do mundo.

Iniciei uma viagem pelo mundo para conhecer lugares, culturas e culinárias regionais e vou trazer grandes surpresas a partir dessas experiências.

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Como foi minha viagem internacional pós pandemia? 

Após 1 ano e meio sem a moto, na primeira oportunidade que tive com o início da liberação das fronteiras, me organizei para ir resgatar a motoca que estava parada, mas muito bem cuidada, justamente em um dos países com as restrições mais rígidas para conter a crise sanitária, o Chile.

O que precisei para entrar no Chile? 

Por ter muita cuidado envolvido, a lista de documentos foi extensa:

  • Declaracion Jurada, neste site, documento exigido com preenchimento que valida a vacinação, dados pessoais e local onde vai cumprir a quarentena – no caso de ainda estar sendo exigida – checar no site do Governo do Chile. Estão mudando bastante as regras
  • Precisei preencher o Pase de Mobilidad que o país exige para circulação em ambientes fechados – tive sorte pois nos dias em que estive fora da quarentena obrigatória, estavam na fase 3 de contenção ao Coronavírus, apenas no meu íltimo dia no país regressaram para a fase 4 pelo contágio estar muito alto, nessa fase era exigido este documento em todos lugar que gostaria de entrar;
  • Tive que cumprir a quarentena obrigatória de 5 dias, supostamente, a partir de 1 de novembro, já não era mais obrigatória – vale checar nos links acima, e atenção porque precisa ser em locais específicos caso tenha que fazer, me ferrei com isso porque não tinha visto isso no site do governo – procure hotéis de trânsito ou Airbnb com espaço todo apenas para você e quem for junto na viagem;
  • PCR 72 horas antes do embarque – é obrigatório apresentar um exame PCR feito até três dias antes da viagem;
  • PCR no aeroporto – quando cheguei também fiz um PCR gratuito, oferecido pelo governo do Chile, o resultado ficou disponível online alguns dias depois;
  • Plano de Saúde que cubra U$ 30.000 em caso de COVID, eles pedem o comprovante do plano de saúde, então é fundamental ter feito o plano – inclusive já encaminhei os documentos no preenchimento da Declaración Jurada – eu fiz o meu pelo https://www.ciclic.com.br/ foi onde achei mais em conta, mas vale fechar com antecedência, conforme mais perto da viagem, mais caro fica;
  • Mesmo com tudo preenchido, levar o comprovante de vacinação, me pediram mais de uma vez;
  • Além, é claro, dos documentos básicos para ingresso no país: RG ou Passaporte.  

Tirando tudo isso, ainda consegui aproveitar minha primeira viagem internacional pós pandemia. 

Escrevi um pouco mais sobre essa experiência no portal Moto.com.br, onde tenho uma coluna a cada 15 dias falando sobre a viagem. 

Inclusive escrevi essa matéria O que fazer em Santiago do Chile: 38 experiências imperdíveis vale a leitura se estiver indo para essa cidade incrível. Acompanhe as novidades da minha viagem de moto pela América, nas próximas matérias vou contar como foi a primeira passagem por fronteiras terrestres entre Chile e Argentina.

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